quarta-feira, 5 de junho de 2013

Síndrome da China Lançamento


        Síndrome da China, pesquisa desenvolvida pelo Sr. Bezzerra JP, Cientista Espacial Qanta foi concluída objetivando uma intervenção metodológica sobre a proposta estratégica desenvolvida pelo EUA.
          A Síndrome da China apresentava uma perspectiva de ação estratégica que consistia  em ações e perfucção da Terra com impactos, visando o alcance de caráter subterrâneo, até chegar ao ponto objetivo.
          Em 2001 O Cientista Espacial Qanta Bezzerra JP, após meses de pesquisa e viagens para a Universidade de São Paulo (USP-SP) apresentou conclusões que se apresentaram em caráter de dissertativo e de paradoxo.
        A conclusão estabelecia que a ação da Síndrome da China não apresentava eficácia pois se encaminhava, no ponto de vista do cálculo da Álgebra Superior aplicada de maneira decrescente no empacamento ou solução zero.
         Ainda nessa conclusão e com base no livro The New Lekture of the Universe, do cientista José Pereira Bezerra-2003, a proposição da SC se apresentava fora de foco balístico pois, conforme a projeção de JP Bezz-CEQ, o planeta Terra apresenta uma configuração de meia-esfera, fixo, disposto em uma grande plataforma longitudinal, não sendo necessário nem viável a aplicação da proposta da Síndrome da China com eficácia, operacionalidade e ética.

Na projeção plantária exposta é apresentada a parte superior ou formada de construções gasosas e não habitada e a partir da base da plataforma do universo ou nos caso da Terra, constituída da parte habitada terras e desabitadas rios, mares e oceanos.

Outubro de 2001.

Projeção Planetária

Parte de formações gasosas desabitada.

         A parte do planeta Terra que se projeta da superfície da plataforma até a parte longitudinal superior é formada de construções de gazes, que na sua projeção se ligam ao espaço cósmico sideral do universo.
         Daí essa mesma projeção apresenta formulação na qual não existe, em hipótese alguma, por não existir uma lei gravitacional de compensação não só nenhum planeta girando com qualquer outro sólido de qualquer natureza, os outros planetas estão dispostos, como o planeta Terra, longitudinalmente na grande plataforma do universo.



Plataforma Formada de estrutura sólida com a presença de grande densidade de águas na superfície e na parte subterrânea e também por gases, compõe a área habitada e não habitada dos países.


Conforme estudos de pesquisa desenvolvidos pelo Cientista Espacial Qanta JP Bezz a metade da esfera da configuração do planeta Terra não apresenta nenhum espaço habitado, pois se trata de densidade de base sólida com aprofundamento subterrâneo em algumas partes.
Esta base resulta no fato do planeta Terra não estar suspenso no universo, mas fixo numa base sólida chamada a Grande Plataforma do Universo, conforme está explicitado no livro The New Lekture of the Universe (A Nova Leitura do Universo).

Conforme Projeção Planetária do CEQ JP Bezz, 2000.